segunda-feira, 16 de setembro de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
PLANO DE ENSINO
Plano de Ensino
RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE SEGUNDO GRAU
9º ANO do EF
PROFESSORES: Íria Aparecida Storer Di Piero
Márcia Aparecida Heinz França
Maria Antônia Pinheiro Barbetta
INTRODUÇÃO
A escola pública deve ser o espaço efetivo para a construção de uma aprendizagem significativa em todos os sentidos.
Buscando uma aprendizagem matemática mais eficiente e eficaz, algumas estratégias podem sempre ser retomadas para motivar os alunos em seu trilhar acadêmico.
Há muito se fala em “contextualizar” a aprendizagem. Essa característica da prática didática permeia o desempenho profissional de todo educador há décadas, e agora sob nova roupagem designa-se essa metodologia de “narrativas” e “desenvolvimento de competências leitoras e escritoras”.
Visando desenvolver essas práticas pedagógicas, o presente plano de Ensino foi desenvolvido.
TEMPO PREVISTO: 6 aulas
OBJETIVO: Interpretar e resolver um problema do segundo grau, resgatando competências de três diferentes temas e grupos.
JUSTIFICATIVA: Ao chegar ao nono ano, os alunos devem dominar as competências, conteúdos e habilidades sintetizados a seguir:
Ø TEMA 1:
- Reconhecer a representação geométrica dos produtos notáveis (H08) GI
- Resolver problemas que envolvam equações do 2º grau (H19) GIII
Ø TEMA 2:
- Reconhecer a conservação ou modificação de medidas dos lados, perímetros e áreas de figuras planas (H25) GIII
Ø TEMA 3:
- Calcular áreas de polígonos (H31) GI
- Resolver problemas que envolvam cálculo de área e perímetro (H39) GII
PROCEDIMENTOS: Inicialmente deve-se realizar uma anamnese (perguntas, diálogo, resolução de exercícios) para verificar se os alunos dominam os conteúdos necessários para desenvolver as habilidades e competências supra elencadas (1 aula).
A partir dessa análise, parte-se para mapear e traçar um percurso de aprendizagem relevante, que leve em conta a realidade da escola em que estamos inseridos, ou seja, os conteúdos de anos anteriores ou mesmo desse ano devem ser resgatados ao longo do percurso, visto que nossos adolescentes apresentam reiteradamente memorização e retenção de conteúdos muito aquém do desejado.
Nesse sentido, através da narrativa de uma situação problema, buscar-se-á o desenvolvimento da competência leitora e de inferência. Ao final da resolução do mesmo, será solicitado ao aluno uma escrita pessoal sobre os passos que os alunos desenvolveram, ou seja, o mapa do percurso pessoal que cada aluno desenvolveu durante as aulas para chegarem ao resultado final da situação problema.
Problema
“O senhor Akira tem um terreno retangular onde planta tomates. Inicialmente, as dimensões do terreno tinham a largura como o dobro do comprimento. Ao fazer uma redução do terreno em 1m para cada lado a fim de cercá-lo, verificou que a área reduziu-se a 55m2. Quais as dimensões iniciais do terreno?”
O mapa do percurso
- Resgatar os conteúdos referentes à geometria básica: área e perímetro de figuras planas (1 aula);
- Resgatar os conhecimentos acerca de álgebra básica: polinômios, equações do 1º grau (1 aula);
- Resgatar as operações básicas (aritmética): potenciação e operações com números reais (1 aula);
- Oferecer leitura colaborativa para decodificar a intencionalidade do problema e construir diferentes metodologias para a resolução do problema (1 aula);
- Resgatar o algoritmo conhecido como “fórmula de Bháskara” e aplicá-lo para a resolução do problema (1 aula);
- “Fechar” o “case” realizando uma análise crítica das soluções, pois uma dela transformaria a medida dos lados em um valor negativo (1 aula)
RECURSOS:
- Aula didático-expositiva-dialógica para resgatar conteúdos;
- Cartolinas para ilustrar a construção das figuras estudadas – ampliação e redução de medidas e semelhança;
- TICs para ilustrar “histórias” sobre o desenvolvimento de diferentes formas de resolução de uma Equação do 2º Grau, e o uso da “fórmula de Bháskara”;
- Participação dos alunos na lousa para o desenvolvimento dos algoritmos, construção dos dados, percurso de resolução.
- Narrativas para chamar atenção dos alunos ( Livros Didáticos )
AVALIAÇÃO:
- Observação assistemática da participação dos discentes (qualitativa);
- Resolução individual de novos problemas (quantitativa).
RECUPERAÇÃO: Deverá ser contínua, com incessantes retomadas de conteúdos para que os alunos possam “apreender” e dominar as competências e habilidades necessárias aos concluintes do 9º ano do Ensino Fundamental.
REFERÊNCIAS:
- Livros: A conquista da Matemática
Autores: Giovanni
Castrucci
Giovanni Jr.
Séries: 6ºANO e 9ºANO
Editora: FTD S.A.
-Livro: Matemática Pensar e Descobrir
Autores: Giovanni & Giovanni Jr.
Série: 9ºANO
Editora: FTD S.A.
- Sites:
sábado, 15 de junho de 2013
MINHAS PRIMEIRAS EXPERIÊNCIAS EM LEITURA E ESCRITA
As minhas primeiras experiências com a escrita foram muito boas, eu entrei na escola já alfabetizada, naquele tempo não tínhamos pré-escola e a professora que marcou muito a minha vida foi a Dona Nádia, que na minha opinião foi uma excelente professora de português.Não me esqueço dela, tudo que sei dessa matéria aprendi com ela.Na matemática, não tenho lembrança marcante de nenhum professor, naquela época eu queria mesmo era ser profesora de educação física, pois tive uma professora que me marcou bastante também,Dona Durvalina, saudades daquele tempo,aquilo sim era aula de educação física...
Márcia Aparecida Heinz França
segunda-feira, 10 de junho de 2013
EXPERIÊNCIA EM LEITURA E ESCRITA
Olá pessoal!
Gostaria de relatar a todos a minha experiência em leitura e produção de texto, as quais se relacionam com a minha realidade de vida: Passei uma boa parte da minha minha infância na serra dos Marins, e neste período adorava observar a natureza: desde os contornos das montanhas, o formato das nuvens, das àrvores, até mesmo as contagens dos galhos das jabuticabeiras e a presença dos animais: bois, vacas, bezerros, suínos, carneiros e galinha com seus pintinhos, principalmente a quantidade dos pássaros que chamavam muito minha atenção. Desta forma, desde cedo eu já fazia uma leitura matemática.
Então, minha forma de apreciar a leitura e a escrita fo influenciada pela minha primeira professora: a querida Dona Dulce, a partir daí abriu-se as janelas do meu mundo de leitura, desde as leituras mais simples, com por exemplo: leitura em quadrinhos, palavras cruzadas, revistas de romances e até mesmo partes das ENCICLOPÉDIAS.
Depois mais tarde, incentivei meus filhos, desde a tenra infância lerem: Chapeuzinho Vemelho, Branca de Neve, ... . Já na adolescência nos deliciamos com a série Edição Vagalume: A ilha Perdida, Sozinha no Mundo, Garra de Campeão, Aventuras de Xisto. E na atualidade, acompanho meus netos em suas respectivas formações leitoras.
domingo, 9 de junho de 2013
ABERTURA DO NOSSO BLOG
Este espaço destina-se a troca de idéias entre professores de matemática que trabalham leitura e narrativa em classe, pois acreditamos que esta forma de expressão, deixam o ensino de matemática mais interessante e prazeroso, promovendo o interesse e aproximação do aluno.
sábado, 8 de junho de 2013
A história de Lilavati
O nosso sistema de numeração decimal foi inventado pelos indianos, que o transmitiram aos árabes – donde o nome de«numeração indo-árabe». Os indianos estudaram profundamente aspectos relacionados com o cálculo e deixaram importantes obras sobre o assunto.
Um desses livros de Matemática hindu chama-se «Lilavati» e foi escrito por um matemático famoso, Bhaskara, que se crê ter vivido no século XII.
Lilavati era a única filha de Bhaskara. Era muito culta, pois o pai tinha sido particularmente cuidadoso com a sua educação. Diz a lenda que era também muito bonita.
Aos dezoito anos, Lilavati disse ao pai que gostaria de casar. Ela sabia que, ao nascer, os astrólogos consultados por Bhaskara tinham predito que Lilavati teria uma vida longa mas nunca se casaria. Ansioso pela felicidade da filha, Bhaskara fez cálculos e mais cálculos, e finalmente descobriu.
As estrelas permitiam a Lilavati casar, mas apenas se o casamento fosse feito numa certa hora de um determinado dia.
Assim sendo, o casamento foi preparado. Nesse dia Lilavati estava enfeitada com as suas mais belas jóias, um véu tapando-lhe a cara para só poder ver o noivo depois de terminada a cerimónia, como era o costume. Ao lado de Lilavati os astrónomos tinham colocado uma clepsidra com água: o momento em que a última gota de água se escoasse era a altura exacta para o casamento se efectuar.
Todos esperavam com ansiedade que a clepsidra finalmente se esvaziasse, mas estranhamente isso tardava em acontecer. Intrigados, os astrónomos acabaram por descobrir a causa de tanta demora: uma das pérolas do vestido de Lilavati tinha-se soltado para dentro da clepsidra, impedindo a água de escorrer. O momento escolhido pelos céus para o casamento tinha já passado e Lilavati ficou solteira!
Para consolar a filha, Bhaskara prometeu torná-la imortal dando o seu nome ao tratado de matemática que estava a escrever e que ainda é célebre nos nossos dias pelo nome de «Lilavati» – «a belíssima ».
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